Muitas controvérsias sobre a expulsão de Flávio Briatore nestes últimos dias entre F1, FIA, gente que gosta de corridas de carro e gente como eu, que trabalha por escala e vez e nunca dá tempo de ver alguma coisa acontecendo nos jornais ou na TV.A foto acima relembra os momentos brilhantes e também “ladrões” do italiano gordo que alavancou a vida e a carreira de Michael Schumacher quando ainda era piloto da Benetton.
Suas reservas na manga Alá Piquet (ironicamente escrevendo) o colocaram contra a parede em 1994, quando a categoria descobriu um despacho maior de combustível na mangueira para o tanque do carro após o famoso incêndio na parada de Jos Verstappen durante o GP alemão naquele ano.
Assim foi e assim ficou e Flávio continuou ganhando dinheiro e vivenciando o sucesso. Mas agora acabou. Que bom para ele, que vai desfrutar daquilo que fez e acumulou em ativos. Melhor também para a Fórmula 1, que aparentemente terá uma nova fase sem xorumelas piquetistas e cartas na manga que tentam apresentar competência inexistente e muito além do intuito daquilo que o automobilismo verdadeiramente serve.




Antes que alguém diga alguma coisa que ficou aberta entre a foto e o título deste post, tenho de ser franco em dizer que Barrichello foi realmente excepcional na prova de Valência e mostrou que com carro bom e livre para ser feliz, ele continua o Rubens que sempre foi. Ou seja, bom de braço e competente. Mas ainda nem eu, nem muuuita gente consegue botar fé em suas oscilações de ritmo durante cada prova, apesar de parecer que agora ele entendeu. Mas foi Lewis Hamilton o nome do GP da Europa, com respeito ao meu ponto de vista.