quarta-feira, 1 de outubro de 2008

VOANDO BAIXO COM RICARDO

MAMMA MIA! Este link aqui peguei lá no blog "Voando baixo" do colega xará Rafael Lopes (globoesporte.com).

Depois de sua apresentação com o carro Honda F1 2008 em um evento promovido pela marca, Ricardo Patrese dá um presentaço pra sua esposa.

Vale a pena conferir o vídeo por três motivos:

1º O desespero da esposa de Ricardo Patrese com a supresa do querido piloto italiano;

2º A tranquilidade de quem conhece e sabe o que faz;

3 º Matar a saudade deste ícone das pistas.

É de fazer rir!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

CANDIDATA

Minha candidata para prefeita de São Paulo. Segue cópia da mais recente postagem de seu blog para fazer entender a cabeça aberta dessa menina.

"""Já que a tendência agora é oferecer muito mais coisas bem baratinhas ou de graça para a população – e tudo isso sem aumentar impostos, sem novas taxas, sem pedágio urbano! – eu tenho uma nova proposta de política pública: GPS grátis para todos! Todo mundo (motoristas, motociclistas, ciclistas e até pedestres) tem o direito a ter, sem custo algum, uma daquelas maquininhas que vão explicando o caminho, baseadas em sinais enviados por satélites.

Falando sério agora, eu gostaria de saber quantas horas e litros de gasolina foram gastos enquanto eu me perdia pela cidade nessa campanha. Às vezes porque o lugar era completamente desconhecido para mim e, mesmo tendo consultado um mapa, não conseguia me localizar porque AS RUAS NÃO TÊM PLACA! Fala-se muito da imensa produção legislativa no que diz respeito a nomes de ruas (e, saibam todos, nem todos os “projetos de nome de rua” são irrelevantes, mas deixa esse assunto para depois), e mais uma vez existe uma discrepância entre a produção de leis e sua execução. Tem muita rua sem nome? Tem. Com nome repetido? Também. Mas o que mais tem é rua com nome e SEM PLACA.No Parque Novo Mundo (ZN) ou no Jardim Capela (ZS), isso tem desdobramentos curiosos. Você pergunta para as pessoas “onde fica a rua tal?”, e elas não fazem idéia. Mesmo que morem no lugar há anos e a tal da rua seja logo ali, numa paralela. Não têm muito conhecimento, muita identificação com o lugar, não têm raiz. É diferente de percorrer mil vezes uma rua super familiar e se surpreender ao descobrir seu nome, como às vezes acontece. As pessoas não sabem quase nada sobre o seu lugar, não é só o nome da rua – não adianta perguntar pelo Núcleo Cristão, pela Associação de Moradores, quase ninguém sabe onde é.

É sintomático ver quanta gente mora em um lugar – não por coincidência, um lugar pobre, feio – e não têm referências sobre ele. Algumas vezes me perdi pela absoluta falta de orientação. Uma noite, me enganei na saída de uma ponte na Marginal Pinheiros – coisa mais fácil, já que os acessos são caóticos e mal sinalizados – e caí na João Dias (ZS), quando queria pegar a própria marginal. E pra fazer o retorno? Uma odisséia. As ruas ao lado da avenida não seguem a menor lógica de mão e contramão. Depois de tentar várias vezes fazer uma volta no quarteirão e acabar indo para cada vez mais longe, achamos uma placa – lááá em cima – indicando retorno. E o retorno indicado também é longo, pouco prático. Se não fosse um sábado à noite e sim uma sexta de manhã, eu teria ficado muito tempo presa no trânsito – e ajudando a piorar o congestionamento.

Na Avenida Aricanduva (ZL), também erramos uma saída e penamos para encontrar o retorno. E, se não me engano, a famosa Ponte Aricanduva NÃO CHAMA Aricanduva. É que nem aquela indicação para “Ponte E. Roberto Zuccolo”, na pista expressa da marginal Pinheiros – muita gente precisa de bola de cristal para saber que essa é a Ponte Cidade Jardim (nome que aparece em outra placa, mais suja, mais feia, mais escondida). A chance de perder a entrada da Cidade Jardim e ter de percorrer à toa um pedação de marginal e ir parar na infernal Eusébio Matoso é enorme. Ou seja, mesmo em lugares conhecidos, a chance de perder o rumo está sempre presente. Descendo a Rua do Seminário e tendo de adivinhar qual é o acesso para a Mooca, entre todas as alternativas que se abrem no semáforo. Seguindo a Washington Luis e tendo de adivinhar qual é o acesso à Vicente Rao, à Vereador João de Luca (a placa que indica o acesso não informa, e o diabo das avenidas também não têm placa nenhuma com seu nome, a não ser alguns quarteirões adiante).

Descendo a Roberto Marinho e quase perdendo o rumo porque uma placa “Santo Amaro – Largo 13” indica um retorno à esquerda, mas depois do retorno não há nenhuma outra informação (eu sei que preciso virar à direita na Avenida Santo Amaro, mas e se não soubesse?) E tem uma outra praga em São Paulo: a sinalização das praças. Realmente, nesse caso há uma festa das denominações – qualquer pedacinho de terra não-edificado numa esquina vira “Praça”. E ganha um nome – às vezes quilométrico – sem muita identificação com o entorno (ainda que o homenageado mereça virar nome de praça e tenha uma história bonita na região, as pessoas nunca vão se referir àquele lugar pelo nome dele!).Quando surge, então, uma praça, some a identificação da rua e você perde, mais uma vez, o rumo. Mesmo que esteja no lugar mais conhecido do mundo!

Uma vez, precisei ir a uma reunião na Associação dos Delegados na Avenida Ipiranga. Não sabia em que parte da rua ficava o número mil e pouco. Pois bem: chegar à Ipiranga na altura da Praça da República é ficar completamente no deserto em relação à numeração da avenida. Um absurdo!

Anteontem, tive um encontro com o SETCESP na AMCHAM. Peguei indicações precisas no Google Maps – “6 km de Avenida Santo Amaro desde a São Gabriel, direita na Antonio das Chagas, direita na Estilo Barroco, esquerda na Rua da Paz”. Que bom, facílimo! Só que a Antonio das Chagas, que de fato é uma travessa da Santo Amaro pouco depois do Borba Gato, não “chega” até a Santo Amaro – porque na esquina tem uma praça batizada com o nome de alguém, e a Antonio Chagas fica sem nenhuma indicação de sua existência. Bom, agora preciso sair, minha carona tocou o interfone. Talvez eu me perca mais um pouco e volte com mais histórias para contar."""

01 VÍDEO

Paul entre cinema e corridas. Vale a pena ver o entusiasmo do ator/piloto clicando AQUI

FOTO HOMENAGEM




PAUL E A NOITE É UMA CRIANÇA

Paul Newman morreu na sexta-feira e todo mundo já sabe disso. Há pelo menos um mês atrás escrevi sobre ele num comentário que deixei lá no blig do Gomes. E agora chegou a hora de deixar alguma coisa por aqui.

Eu só descobri que ele era dono/sócio da antiga equipe Newman Haas depois de um bom tempo em que já escrevia sobre a categoria ((fato muito parecido quando soube que Dinho Leme, amigo e irmão do mais famoso Reginaldo, era o baterista da banda Mutantes)). E depois do descobrimento, um agrado ao ver o famoso ator com fones de ouvido nos pit-lanes da Indy por aí.

Fuçando um pouco mais, acabei encontrando mais coisas sobre este homem, um apaixonado por corridas de carro (e piloto) que num certo dia disse, ao receber seu Oscar: "Melhor que isso, só um trofeu de Le Mans".

Newman, se o conhecesse pessoalmente, talvez seria um daqueles amigos que a gente quer conversar todos os dias, pois adoro cinema e me alimento de automobilismo.

Adeus Paul.
Que pena!
Que belo agrado ao automobilismo!
Que belo agrado ao cinema!
Que belo agrado ao mundo!!!


GP de Cingapura: Cruel entender que a pista é muito ondulada. Ondulados são os pilotos e as equipes que parecem ter preguiça de entender certas dificuldades, singulares para cada circuito.

Daqui a pouco vão pedir para os traçados não terem mais curvas, pois assim fica mais fácil pilotar, acertar o carro, etc...

Caso Massa: Uma vergonha vermelha. Porém mais uma entre tantas outras descaradas na época de Barrichello. Mas foi angustiante.

Alonso: Mereceu e ponto final. Mas continuo não gostando dele e ponto final também.


Até!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

E SE MASSA FOR CAMPEÃO?

Hoje assisti, com muitas falhas na Internet truncada, os primeiros treinos livres para o GP de Cingapura. Circuito nota 1000 pra mim, percebendo, é claro, as ondulações reclamadas neste início de noite (aqui no Brasil) e manhã de Sol ou chuva lá em "Cinga".

Mas pra quem é bom piloto e gosta do que faz, não há reclamações. Treme bastante há 300 por hora, mas tudo é muito legal, tudo é novo ... aliás, tudo é escuro! O glamour da primeira prova noturna da história da Fórmula 1 deve agradar muita gente. Cem mil espectadores nas arquibancadas no dia em que o treino mais foi cravado por erros e rodadas do que pé embaixo... imaginem só no domingo!


Bom... as primeiras imagens me fizeram lembrar da época em que eu cobria a Mil Milhas Brasileiras. Tudo escuro, muitas histórias sobre antigas edições, os riscos, as mentiras e o sono... Quanto sono! Todo mundo cansado, alguns jornalistas acabados por volta das 04:00 da manhã e o barulho ensurdecendo o bairro de Interlagos.




Já levei até minha mãe para os boxes, num dia ((ooops)) numa noite garoada de São Paulo para sentir os treinos. E ela adorou! Fiquei muito feliz naquele dia estranho, depois de uma pequena briguinha em casa... Já minha última cobertura de Mil Milhas ocorreu com largada ao meio-dia, e nela, fechei com chave de ouro bebendo todas com todos os jornalistas livres pra ser feliz no padock. De lá pra cá, fui "encurtando" minha passagem prática no jornalismo in-loco.




Recapitulando tudo de novo e ao título deste post, e se Massa for campeão mundial este ano? A verdade, doa a quem doer, é que ele é o segundo piloto do time. Não há coerência em pagar caro para um europeu que deve levar algum dinheiro para a Ferrari sendo que Massa não leva ao menos uma "Doriana" ou um "detergente Ipê" selado em seu capacete. Quem dera, então, no carro... Mas ele pode, sim, ser campeão se atuar direitinho no GP de domingo agora. A liderança está próxima e, se tudo não correr bem a Lewis, Massa ganhará fôlego de campeão na reta final para consagração nacional, que terá, mais uma vez, a chance de "fazer virar" alguma coisa maior relacionada ao esporte motor, aos eventos de marcas e a minha idéia que quero botar pra frente. O que é? falarei depois do GP de domingo.




Torceremos por Massa, mas independente do resultado, a prova vai mesmo ser arrepiante.


Vou tentar assistir!




Beijos Sofia !!!! Minha leitora lá de Mato Grosso........